Perfil das pessoas participantes
Quem respondeu à pesquisa e quais funções aparecem com mais frequência.
Aprendizados e pontos de atenção relevantes
- A maior parte das pessoas respondentes são brasileiras (80,9%) e estão no Brasil (76,6%);
- Entre os cargos e funções desempenhados, a maioria das pessoas (27,7%) se classificam como Product Designers, seguidas de (12,8%) de Ux Designers, mas a variação de cargos e funções também impressiona;
- A maior parte de pessoas respondentes (69,1%) não atuam coordenando uma equipe.
Experiência e formação
Tempo de atuação, experiência específica com acessibilidade e carga de formação declarada.
Aprendizados e pontos de atenção relevantes
- Cerca de 10,6% das pessoas respondentes possui mais de 20 anos de experiência no desenvolvimento de produtos ou serviços digitais;
- A maior parte das pessoas que participaram dessa pesquisa (36,2%) possuem entre 4 e 6 anos de experiência, seguido pelas pessoas que tem entre 10 e 15 anos (!8,1%), trazendo uma boa qualificação pras respostas;
- Quando pensamos na experiência com foco em acessibilidade, a maioria das pessoas respondentes (35,1%) possui entre 1 e 3 anos de experiência, seguido por 27,7% de pessoas com experiência de 4 a 6 anos com acessibilidade digital;
- 36 pessoas (38,3%) possuem até 9 horas de formação específica relacionada a acessibilidade digital e na sequencia temos 14 pessoas (14,9%)com mais de 100 horas de formação específica;
- A maioria das pessoas respondentes (21,3%) sabem aplicar testes rápidos, mas atuam apenas em projetos de baixa complexidade, mas logo em seguida tem as pessoas (18,1%) que atuam em projetos de média e alta complexidade resolvendo problemas listados em testes automatizados;
- Especialistas e pessoas que são reconhecidamente referências representam 16% de respondentes da pesquisa (vale lembrar que as respostas são autoavaliativas).
Contexto das empresas
Setores e portes das empresas representadas na amostra.
Empresas e instituições participantes
- Não necessariamente as pessoas são porta-vozes das empresas;
- É possível que haja mais de uma pessoa respondente em uma mesma empresa;
- Nesta pesquisa, não é possível determinar quais são os métodos implementados por uma empresa ou instituição específica (este não era o objetivo da pesquisa).
Empresas ou instituições com pessoas respondentes:
Bradesco Seguros, Tribunal Regional do Trabalho da 12ª Região, Localiza&Co, Compass UOL, act digital, Senior Sistemas, Publicis, Biblioteca Central da Universidade Federal do Pará, Körber, TELUS Digital, Conta Simples, Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, goodbros, Toborino Software, +A Educação, CLEVERTTEC, PRODABEL, DOT digital group, Telefônica Vivo, Supera Parque de Inovação e Tecnologia de Ribeirão Preto, Bosch, Itaú Unibanco, Nomad, Accenture, G&P, Einstein Hospital Israelita, Mercado Livre, Secullum Software, NTT DATA, Plante.ai, Waslaa, Ailos, Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência da Prefeitura de São Paulo (SMPED), Perto Digital, Biologix, Booknando, KuantoKusta, Wygroup, Tribunal Regional do Trabalho 18a região, Zup Innovation...
Maturidade e práticas de acessibilidade
Como as decisões são tomadas, quais práticas aparecem no dia a dia e qual é o nível percebido de maturidade.
Aprendizados e pontos de atenção relevantes
- É interessante saber que 38,3% (36 pessoas de 94) atuam de forma preventiva com acessibilidade, ou seja, evitando que aconteçam problemas;
- Por outro lado, a maioria (58 de 94 pessoas ou 61,7% das pessoas respondentes) atuam corrigindo problemas ou sequer iniciaram avaliações internas pra saber se atuam de forma preventiva ou corretiva.
Legislação, fiscalização e motivadores
Percepções sobre legislação, fiscalização, caminhos de denúncia e motivadores de investimento.
Aprendizados e pontos de atenção relevantes
- Apesar de ser um número pequeno (3 pessoas representando 3,2%) é preocupante elas não saberem da existência de uma legislação relacionada a acessibilidade, sendo que elas existem;
- A maioria (87,2%) das pessoas respondentes ou não acreditam que a legislação é aplicada ou acredita que ela funciona apenas em casos específicos com denúncias e ações judiciais;
- É muito preocupante saber que 36,2% (34 pessoas respondentes de um total de 94) não saberiam acionar os órgãos reguladores em seu respectivo país, isso indica que há muito espaço para que as informações sejam publicadas de forma clara por parte dos respectivos governos que administram a informação;
- No geral, há uma percepção de que a acessibilidade é aplicada apenas por conta de uma exigência legal (81,9%) ou por pela cobrança dos clientes ou parceiros de negócios (42,6%). Há também uma preocupação com a marca (36,2%) e impacto social (20,7%).
Comentários abertos
Algumas respostas livres foram mantidas como insumos qualitativos.